{"id":40234,"date":"2025-09-09T18:23:22","date_gmt":"2025-09-09T18:23:22","guid":{"rendered":"https:\/\/ange.org.br\/ange\/?p=40234"},"modified":"2025-09-09T18:24:16","modified_gmt":"2025-09-09T18:24:16","slug":"eixos-tematicos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ange.org.br\/ange\/2025\/09\/09\/eixos-tematicos\/","title":{"rendered":"Eixos tem\u00e1ticos"},"content":{"rendered":"\n<p>O <strong>Grupo de Trabalho Economia Pol\u00edtica das Rela\u00e7\u00f5es Raciais (GEPol-Racial)<\/strong> \u00e9 um espa\u00e7o dedicado \u00e0 reflex\u00e3o, pesquisa e a\u00e7\u00e3o sobre a rela\u00e7\u00e3o entre economia e ra\u00e7a, vinculado \u00e0 <strong>Sociedade Brasileira de Economia Pol\u00edtica (SEP)<\/strong>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Criado em 2024 com o nome <strong>&#8220;GT Economia Pol\u00edtica do Racismo&#8221;<\/strong>, o grupo surgiu da necessidade de consolidar um espa\u00e7o formal para o desenvolvimento de estudos e discuss\u00f5es sobre como as rela\u00e7\u00f5es raciais estruturam e s\u00e3o estruturadas pela economia pol\u00edtica. Em dezembro de 2024, ap\u00f3s um processo coletivo de reflex\u00e3o e vota\u00e7\u00e3o entre os membros, o GT passou a se chamar <strong>&#8220;Economia Pol\u00edtica das Rela\u00e7\u00f5es Raciais&#8221;<\/strong>, um nome que expressa de maneira mais ampla e integradora seu escopo de atua\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Desde sua funda\u00e7\u00e3o, o GT tem se voltado para a produ\u00e7\u00e3o acad\u00eamica e a difus\u00e3o do conhecimento, promovendo atividades que ampliam o debate sobre desigualdades raciais e suas intera\u00e7\u00f5es com o capitalismo.<\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>Sociedade Brasileira de Economia Pol\u00edtica (SEP)<\/strong>, fundada em 1996, busca garantir um espa\u00e7o ampliado de discuss\u00e3o para todas as correntes te\u00f3ricas e \u00e1reas que compreendem a economia como uma ci\u00eancia essencialmente social. A SEP articula suas atividades acad\u00eamicas e pol\u00edticas com base na cr\u00edtica ao mainstream da economia, promovendo um ambiente de pluralismo te\u00f3rico e metodol\u00f3gico. O GT &#8220;Economia Pol\u00edtica das Rela\u00e7\u00f5es Raciais&#8221; se insere nessa perspectiva, considerando as rela\u00e7\u00f5es raciais como elemento central para a compreens\u00e3o da estrutura e da din\u00e2mica do capitalismo.<\/p>\n\n\n\n<p>O GT busca abrigar estudos, discuss\u00f5es, produ\u00e7\u00f5es e outras atividades que tratem das rela\u00e7\u00f5es entre economia e estudos raciais a partir de uma perspectiva cr\u00edtica da economia pol\u00edtica. A abordagem adotada \u00e9 transversal, interseccional e multidisciplinar, combinando teoria econ\u00f4mica, hist\u00f3ria, an\u00e1lise de pol\u00edticas p\u00fablicas e de dados para compreender as causas e efeitos da discrimina\u00e7\u00e3o racial em diferentes \u00e2mbitos econ\u00f4micos. As discuss\u00f5es abrangem temas como a l\u00f3gica, din\u00e2mica e estrutura capitalista; o imperialismo e suas articula\u00e7\u00f5es com as desigualdades raciais; a forma\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica do Brasil e a persist\u00eancia do racismo estrutural em sua trajet\u00f3ria; o mercado de trabalho e as condi\u00e7\u00f5es de inser\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o negra; e a distribui\u00e7\u00e3o de renda e riqueza, considerando os impactos hist\u00f3ricos e contempor\u00e2neos das hierarquias raciais. Dessa forma, o GT contribui para o avan\u00e7o dos estudos raciais nas Ci\u00eancias Econ\u00f4micas e para a formula\u00e7\u00e3o de reflex\u00f5es cr\u00edticas sobre as desigualdades estruturais.<\/p>\n\n\n\n<p>A colabora\u00e7\u00e3o com a <strong>Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Cursos de Gradua\u00e7\u00e3o em Economia (ANGE)<\/strong> \u00e9 um dos projetos centrais do GT. Criada no contexto do debate nacional sobre a reforma curricular dos cursos de economia, a ANGE tem, desde 1985, buscado fortalecer um ensino pluralista, que contemple diferentes abordagens te\u00f3ricas e metodol\u00f3gicas. A parceria entre o GT e a ANGE se concretiza por meio da cria\u00e7\u00e3o de um <strong>espa\u00e7o digital dentro do site da ANGE<\/strong>, onde ser\u00e3o disponibilizadas informa\u00e7\u00f5es sobre as atividades do GT, produ\u00e7\u00f5es acad\u00eamicas, propostas de ementas para cursos de economia e iniciativas voltadas \u00e0 reformula\u00e7\u00e3o curricular. Al\u00e9m disso, o GT contribuir\u00e1 com os esfor\u00e7os da ANGE na produ\u00e7\u00e3o de materiais de refer\u00eancia para professores, auxiliando na diversifica\u00e7\u00e3o do ensino de economia no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>A presen\u00e7a do GT na ANGE refor\u00e7a o compromisso com um ensino de economia que contemple de maneira rigorosa a diversidade de leituras e interpreta\u00e7\u00f5es te\u00f3ricas, metodol\u00f3gicas e anal\u00edticas do saber econ\u00f4mico. A parceria tamb\u00e9m abre caminhos para fortalecer redes acad\u00eamicas e ampliar a circula\u00e7\u00e3o de ideias, promovendo um interc\u00e2mbio cont\u00ednuo entre pesquisadoras e pesquisadores que trabalham com a economia pol\u00edtica das rela\u00e7\u00f5es raciais.<\/p>\n\n\n\n<p>O GT realiza <strong>reuni\u00f5es mensais<\/strong>, preferencialmente na <strong>terceira semana do m\u00eas<\/strong>, estruturadas em dois momentos principais. O primeiro momento \u00e9 dedicado \u00e0 <strong>apresenta\u00e7\u00e3o, coment\u00e1rio e debate de textos escritos pelos pr\u00f3prios membros do GT<\/strong>, estimulando a troca de conhecimento e a constru\u00e7\u00e3o coletiva de reflex\u00f5es cr\u00edticas sobre as rela\u00e7\u00f5es raciais na economia. O segundo momento \u00e9 voltado para <strong>tratativas sobre a din\u00e2mica e as atividades do GT<\/strong>, incluindo informes sobre eventos, projetos, publica\u00e7\u00f5es e demais articula\u00e7\u00f5es do grupo. Al\u00e9m dessas reuni\u00f5es gerais, os eixos tem\u00e1ticos tamb\u00e9m promovem encontros espec\u00edficos ao longo do m\u00eas, aprofundando suas discuss\u00f5es e organizando iniciativas pr\u00f3prias.<\/p>\n\n\n\n<p>O GT segue expandindo suas atividades, consolidando-se como um espa\u00e7o de produ\u00e7\u00e3o acad\u00eamica e interven\u00e7\u00e3o pol\u00edtica no campo da economia pol\u00edtica das rela\u00e7\u00f5es raciais.<\/p>\n\n\n\n<p>O grupo est\u00e1 organizado em <strong>cinco eixos tem\u00e1ticos<\/strong>, que orientam suas pesquisas e atividades:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Economia Pol\u00edtica:<\/strong>\u00a0<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>O eixo Economia Pol\u00edtica tem como objetivo analisar criticamente a articula\u00e7\u00e3o&nbsp; entre ra\u00e7a, Estado e Mercado, investigando como as desigualdades raciais foram e continuam sendo centrais para a acumula\u00e7\u00e3o de capital e a organiza\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas. A partir de uma abordagem te\u00f3rica e hist\u00f3rica, busca-se compreender os mecanismos estruturais que sustentam a explora\u00e7\u00e3o racial, investigando temas como a forma\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o das desigualdades, a rela\u00e7\u00e3o entre Estado e mercado na produ\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o dessas assimetrias e suas fun\u00e7\u00f5es e efeitos na economia pol\u00edtica internacional.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, o eixo se dedica a examinar como diferentes correntes do pensamento econ\u00f4mico, ortodoxas e heterodoxas, abordam (ou negligenciam) as quest\u00f5es raciais, promovendo di\u00e1logos entre a tradi\u00e7\u00e3o marxista, os estudos da depend\u00eancia, as teorias da racializa\u00e7\u00e3o do trabalho e outras abordagens cr\u00edticas. As discuss\u00f5es enfocam as experi\u00eancias das Am\u00e9ricas, de \u00c1frica e da Europa, considerando como as estruturas coloniais e neocoloniais influenciaram e ainda influenciam os padr\u00f5es de desenvolvimento e subordina\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica nesses continentes. O objetivo \u00e9 fornecer ferramentas anal\u00edticas para entender a centralidade das rela\u00e7\u00f5es raciais na economia pol\u00edtica e contribuir para a constru\u00e7\u00e3o de alternativas que enfrentem as desigualdades estruturais.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Hist\u00f3ria e Forma\u00e7\u00e3o Econ\u00f4mica do Brasil (FEB):<\/strong>\u00a0<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>O eixo Hist\u00f3ria e Forma\u00e7\u00e3o Econ\u00f4mica do Brasil (FEB) investiga a constitui\u00e7\u00e3o das ra\u00e7as e das rela\u00e7\u00f5es raciais a partir da coloniza\u00e7\u00e3o europeia das Am\u00e9ricas e de \u00c1frica. O tr\u00e1fico transatl\u00e2ntico de pessoas escravizadas, a explora\u00e7\u00e3o dos territ\u00f3rios colonizados e a imposi\u00e7\u00e3o de regimes econ\u00f4micos baseados na racializa\u00e7\u00e3o do trabalho e da propriedade foram fundamentais para a estrutura\u00e7\u00e3o das sociedades coloniais e para a forma\u00e7\u00e3o do capitalismo. A partir dessas din\u00e2micas, os conceitos de ra\u00e7a e hierarquia racial emergiram como instrumentos de domina\u00e7\u00e3o, sustentando modelos econ\u00f4micos que seguem impactando as rela\u00e7\u00f5es sociais e produtivas at\u00e9 os dias de hoje.<\/p>\n\n\n\n<p>No Brasil, a economia foi moldada historicamente pela centralidade da escravid\u00e3o e pelas formas de exclus\u00e3o racial que se perpetuaram ap\u00f3s sua aboli\u00e7\u00e3o formal. O eixo examina como esses processos estruturaram a organiza\u00e7\u00e3o do mercado de trabalho, a distribui\u00e7\u00e3o da terra e da riqueza, o modelo de industrializa\u00e7\u00e3o e a formula\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas econ\u00f4micas. Al\u00e9m disso, analisamos as formas de resist\u00eancia da popula\u00e7\u00e3o racializada ao longo da hist\u00f3ria, desde os quilombos e outras experi\u00eancias aut\u00f4nomas at\u00e9 as disputas pelo direito \u00e0 terra, ao cr\u00e9dito e \u00e0 inclus\u00e3o produtiva. O eixo busca aprofundar a compreens\u00e3o sobre o papel das rela\u00e7\u00f5es raciais na forma\u00e7\u00e3o da economia brasileira e contribuir para o debate sobre os desafios estruturais que ainda marcam o desenvolvimento do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Mercado de Trabalho:<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>O eixo Mercado de Trabalho tem como objetivo investigar como as desigualdades raciais estruturam as rela\u00e7\u00f5es de trabalho no Brasil. Partindo do reconhecimento de que o mercado de trabalho n\u00e3o \u00e9 um espa\u00e7o neutro, mas sim atravessado por din\u00e2micas hist\u00f3ricas de exclus\u00e3o e explora\u00e7\u00e3o, analisamos como a ra\u00e7a influencia o acesso a empregos, a distribui\u00e7\u00e3o de sal\u00e1rios, as condi\u00e7\u00f5es de trabalho e as oportunidades de ascens\u00e3o profissional. A segrega\u00e7\u00e3o ocupacional, a precariza\u00e7\u00e3o das ocupa\u00e7\u00f5es majoritariamente exercidas por pessoas negras e as barreiras institucionais que perpetuam essas desigualdades s\u00e3o algumas das quest\u00f5es centrais abordadas neste eixo.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma das principais frentes do eixo \u00e9 a an\u00e1lise quantitativa e a partir de bases de dados, permitindo mensurar e aprofundar a compreens\u00e3o das desigualdades raciais no mercado de trabalho. A partir de dados oficiais, buscamos examinar padr\u00f5es de remunera\u00e7\u00e3o, n\u00edvel de escolaridade, taxas de desemprego, informalidade, mobilidade social e outras m\u00e9tricas que evidenciam a persist\u00eancia da discrimina\u00e7\u00e3o racial. Al\u00e9m da investiga\u00e7\u00e3o emp\u00edrica, o eixo tamb\u00e9m faz an\u00e1lise qualitativa e analisa as experi\u00eancias de resist\u00eancia e organiza\u00e7\u00e3o coletiva da classe trabalhadora negra, explorando as disputas por formaliza\u00e7\u00e3o, direitos e combate ao racismo nas rela\u00e7\u00f5es laborais. Buscamos compreender as m\u00faltiplas formas pelas quais as hierarquias raciais s\u00e3o reproduzidas e desafiadas no mundo do trabalho, contribuindo para a formula\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas que promovam maior equidade e justi\u00e7a social.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Interseccionalidade G\u00eanero e Ra\u00e7a:<\/strong>\u00a0<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>O eixo Interseccionalidade Ra\u00e7a e G\u00eanero tem como objetivo analisar como as estruturas de opress\u00e3o racial e de g\u00eanero se articulam na conforma\u00e7\u00e3o das desigualdades econ\u00f4micas. Partindo da compreens\u00e3o de que ra\u00e7a, g\u00eanero e classe n\u00e3o operam isoladamente, mas sim de forma interligada, este eixo busca examinar os impactos dessa interseccionalidade nas rela\u00e7\u00f5es de trabalho, na distribui\u00e7\u00e3o de riqueza, no acesso a pol\u00edticas p\u00fablicas e na divis\u00e3o do trabalho produtivo e reprodutivo.<\/p>\n\n\n\n<p>A proposta deste eixo \u00e9 tanto te\u00f3rica quanto aplicada. Al\u00e9m da reflex\u00e3o sobre as bases estruturais do racismo e do patriarcado na economia, investigamos como essas din\u00e2micas se manifestam no cotidiano da popula\u00e7\u00e3o negra, especialmente das mulheres negras, que enfrentam as formas mais acentuadas de explora\u00e7\u00e3o e precariza\u00e7\u00e3o. A partir da an\u00e1lise de dados e de pol\u00edticas p\u00fablicas, buscamos contribuir para a constru\u00e7\u00e3o de alternativas que promovam maior equidade racial e de g\u00eanero, fomentando debates que articulem economia pol\u00edtica, feminismos negros e justi\u00e7a social.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Desenvolvimento, Or\u00e7amento e Pol\u00edticas P\u00fablicas:<\/strong>\u00a0<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>O eixo Desenvolvimento Econ\u00f4mico, Or\u00e7amento e Pol\u00edticas P\u00fablicas tem como objetivo investigar como o racismo estrutura a formula\u00e7\u00e3o e a implementa\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas p\u00fablicas (econ\u00f4micas e sociais), influenciando desde os modelos de desenvolvimento adotados, a origem, a magnitude e a distribui\u00e7\u00e3o dos recursos p\u00fablicos. A partir de uma perspectiva cr\u00edtica, buscamos compreender de que maneira as desigualdades raciais s\u00e3o perpetuadas por decis\u00f5es or\u00e7ament\u00e1rias, pela arquitetura institucional das pol\u00edticas p\u00fablicas e pelos paradigmas econ\u00f4micos dominantes.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m da an\u00e1lise te\u00f3rica e hist\u00f3rica, este eixo se prop\u00f5e a desenvolver estudos emp\u00edricos sobre o Fundo P\u00fablico, a aloca\u00e7\u00e3o de recursos e seus impactos sobre a popula\u00e7\u00e3o negra e outros grupos racializados. Isso inclui a avalia\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas de a\u00e7\u00e3o afirmativa, os desafios do financiamento de iniciativas voltadas \u00e0 equidade racial e a import\u00e2ncia de uma estrutura or\u00e7ament\u00e1ria que considere a redistribui\u00e7\u00e3o como ferramenta de equidade e&nbsp; justi\u00e7a social. Ao articular o debate racial com os desafios do desenvolvimento econ\u00f4mico, o eixo busca contribuir para a formula\u00e7\u00e3o de propostas que enfrentem as desigualdades estruturais e ampliem o acesso a direitos e oportunidades.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O GEPol-Racial, criado em 2024 e vinculado \u00e0 SEP, estuda as intera\u00e7\u00f5es entre economia e ra\u00e7a a partir de uma perspectiva cr\u00edtica e interdisciplinar. Organizado em cinco eixos tem\u00e1ticos, promove debates, pesquisas e parcerias, como a colabora\u00e7\u00e3o com a ANGE, fortalecendo o ensino plural e o enfrentamento das desigualdades estruturais.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":40232,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[115],"tags":[116,117],"class_list":["post-40234","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-gepol-racial","tag-economia","tag-racismo"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ange.org.br\/ange\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40234","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ange.org.br\/ange\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ange.org.br\/ange\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ange.org.br\/ange\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ange.org.br\/ange\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=40234"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ange.org.br\/ange\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40234\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":40235,"href":"https:\/\/ange.org.br\/ange\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40234\/revisions\/40235"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ange.org.br\/ange\/wp-json\/wp\/v2\/media\/40232"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ange.org.br\/ange\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=40234"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ange.org.br\/ange\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=40234"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ange.org.br\/ange\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=40234"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}